Áudio em que homem diz que filha de 2 anos do prefeito de Parnaíba iria “ficar sequelada” é investigado pela polícia
Áudio em que homem diz que filha de 2 anos do prefeito de Parnaíba iria “ficar sequelada” é investigado pela polícia Reprodução/Redes sociais A Políc...
Áudio em que homem diz que filha de 2 anos do prefeito de Parnaíba iria “ficar sequelada” é investigado pela polícia Reprodução/Redes sociais A Polícia Civil investiga um áudio em que um homem afirma que a filha de 2 anos do prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel (Progressistas), iria “ficar sequelada”. O conteúdo faz parte de um procedimento que apura uma possível ameaça contra a criança. Segundo o delegado Ayslan Magalhães, a polícia busca entender a que se refere a afirmação e se havia intenção de fazer algum mal à menina. “Então a gente parte do pressuposto de onde surgiu essa questão dessa sequela. Ela ficaria sequelada só pelo fato de estudar em escola pública? Alguém iria fazer algum mal a ela?”, disse o delegado ao g1. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Além do áudio, a Polícia Civil apura mensagens em que pessoas buscavam informações sobre a rotina da criança, incluindo horários de entrada e saída da escola. Segundo a família, uma foto da menina também foi compartilhada em um grupo de WhatsApp com mais de 500 participantes. O caso chegou à polícia depois que os pais da criança apresentaram à Justiça capturas de tela e outros conteúdos das conversas. Na quinta-feira (10), a Justiça do Piauí determinou medidas de proteção para impedir que três pessoas citadas no processo monitorem ou acompanhem a menina. Agora no g1 Troca de mensagens levou à decisão judicial As mensagens sobre a rotina escolar da criança também foram apresentadas pelos pais à Justiça. Segundo a decisão, três pessoas trocaram informações sobre matrícula, frequência escolar, horários de entrada e saída e locais onde a menina permanecia na escola. As conversas também continham, de acordo com o documento, “conteúdo depreciativo”. Os pais anexaram capturas de tela ao pedido de tutela provisória. A decisão determinou que as três pessoas não monitorem ou acompanhem a criança, presencialmente ou por meios digitais. Elas também estão proibidas de ir à escola ou a outros locais frequentados pela menina e de obter informações sobre ela por meio de terceiros. Escola deve limitar informações sobre a criança A Justiça também enviou um ofício à escola da criança para orientar funcionários, colaboradores e prestadores de serviço a não repassarem informações sobre a rotina da menina. A restrição inclui dados sobre as pessoas autorizadas a buscá-la, além de informações sobre trajetos e deslocamentos. A decisão que determinou as medidas de proteção tem natureza cível e não representa, por si só, reconhecimento de prática de crime pelos envolvidos. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Fonte da Reprodução:
https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2026/09/11/filha-prefeito-parnaiba.ghtml